quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração (por Kau Mascarenhas)
Um dia achei que poderia viver sozinho. “Antes só que mal acompanhado”. Tempos depois percebi que dormir e acordar sem ter em quem pensar faz nossos dias serem menos iluminados. Mudei. Trouxe alguém pro meu lado.
Um dia pensei que era maduro o suficiente para não me sentir magoado. “Sou crescido, forte e posso lidar com tudo”. Logo depois percebi que meu coração chorava e gritava; nunca foi mudo. Cresci. E na escola da emoção ainda estudo.
Um dia vi que sobre meus sentimentos eu tinha construído um escudo. “Para que me expor?” Notei aos poucos que tudo o que sinto se mostra com luz, brilho e muita cor. Evoluí. E percebi na minha transparência um grande valor.
Um dia imaginei que ter um relacionamento era causa de grande temor. “Para que devotar sentimento sem a garantia do que o outro oferece?” Logo notei que simplesmente amar já pode ser um bom ensaio. Compreendi. No puro exercício do amor a alma cresce.
Um dia acreditei que, em se tratando de amor, de nada adiantariam minhas preces. “Cuide das coisas da Terra e Deus cuidará do universo transcendente. ” Então a vida me surpreendeu premiando meu coração crente. Amadureci. Vi que uma alma em paz com o Alto atrai outro coração sorridente.
Um dia considerei que as angústias do passado sempre assombrariam meu presente. “As feridas cicatrizam mas não somem com a idade”. O amor retornou e confiei. Quando abri minha porta outra vez a cura aconteceu de verdade.
Um dia achei que somente os iguais podem encontrar, juntos, a felicidade. “Semelhante atrai semelhante”. Entretanto, de forma adorável algumas diferenças se mostraram muito interessantes. Aprendi. A construção da ponte entre os diversos é ação amorosa energizante.
Um dia ensinei que o amor ao outro era o afeto mais importante. “Ames o teu próximo como amas a ti mesmo”. Jesus, entretanto, apontava outra direção com insistência. Reconsiderei. Ele na verdade salientava a auto-estima como amor-referência.
Um dia imaginei a presença do outro como base para minha existência. “Somos metades que se completam”. A maturidade me trouxe nova percepção. Enfim compreendi. Indivíduos inteiros é que se agigantam mais facilmente em comunhão.
Um dia pensei que para ter felicidade bastaria viver uma paixão. “Quem é feliz no amor tem tudo”. Afastei-me de amizades verdadeiras para me emparedar no relacionamento. Caí. O amor não deve afastar outros amores e sim promover seu fortalecimento.
Um dia achei que amar era uma espécie de acorrentamento. "Quem ama abre mão da liberdade". Desconsiderei a expansão que só é construída quando estamos de mãos dadas. Murchei. Mais tarde renasci quando minha alma se viu com outra abraçada.
Um dia, dois dias, três dias. Um ano. Uma década. Uma vida aproveitada ou desperdiçada. Crenças sobre o amor vêm e vão, como borboletas bailando no verão. Muitas mudaram e continuam mudando, outras já são parte de nós como se fossem as raízes do nosso coração. Quando se trata de sentimento não reagiremos aos fatos e sim àquilo em que acreditamos, tenhamos razão ou não.
Que possamos exercitar flexibilidade, empatia e compaixão. Ser feliz é antes de tudo confiar e lançar-se. O amor não apenas nos convida. Ele nos grita e pede atenção. Que saibamos dizer sim a esse feliz chamado. Com muita esperança e intensa gratidão.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Gentileza
Gentileza, uma simples palavra de uma grandeza imensurável, quantos de nós muitas vezes nos esquecemos de sermos gentil, amável, elegante com as pessoas que nos cercam.
E a quem culpamos, a nossa correria do dia a dia, a falta de diálogo que com o avanço tecnológico se tornou cada vez mais díficil.
Queridos amigos nunca é tarde para começar a ser gentil, como dizia nosso grande poeta Gentileza: "Gentileza gera gentileza", é tão bom sentirmos a gentileza faz muito bem ao nosso coração, porque sentimos por meio dela o amor, o respeito, a gratidão.
Que possamos queridos amigos descobrir a pessoa gentil que existe em nós e amar intensamente.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Classe Hospitalar
A educação hospitalar tem proporcionado vários avanços no sentido de oferecer a criança hospitalizada uma educação de qualidade, mas por outro aspecto traz ao educador grandes desafios, no sentido de adaptar-se ao novo trabalho que requer paciência, amor, responsabilidade e dedicação.
Proporcionar a criança hospitalizada a oportunidade de desenvolver-se em seu aprendizado no período de enfermidade é de suma importância, fato que anteriormente era descartado porque eram consideradas frágeis e incapazes de aprenderem nesse período de estagnação. Assim sendo, permaneciam por vários dias em hospitais, sem nenhum acompanhamento educacional, o que ocasionava a perda do ano letivo e a desmotivação em estudar, por se acharem incapazes de fazer qualquer coisa, vivendo em função da doença.
Em São Paulo o avanço das classes hospitalares é timido, a grande maioria dos hospitais não conhece o trabalho, por isso a uma grande movimentação nesse sentido para ampliar esse trabalho.
Hoje o trabalho é realizado nos seguintes hospitais:
- Hospital da Santa Casa de Misericórdia
- Hospital do Câncer, Hospital das Clínicas
- Instituto do Coração, Instituto da Criança
- Instituto de Ortopedia e Traumatologia
- Hospital Emílio Ribas
- Hospital Estadual Infantil Darcy Vargas
- Hospital Infantil Cândido Fontoura.
Vamos lutar por essa causa, e fazer com que nossas crianças hospitalizadas tenho uma educação de qualidade.
Em São Paulo o avanço das classes hospitalares é timido, a grande maioria dos hospitais não conhece o trabalho, por isso a uma grande movimentação nesse sentido para ampliar esse trabalho.
Hoje o trabalho é realizado nos seguintes hospitais:
- Hospital da Santa Casa de Misericórdia
- Hospital do Câncer, Hospital das Clínicas
- Instituto do Coração, Instituto da Criança
- Instituto de Ortopedia e Traumatologia
- Hospital Emílio Ribas
- Hospital Estadual Infantil Darcy Vargas
- Hospital Infantil Cândido Fontoura.
Vamos lutar por essa causa, e fazer com que nossas crianças hospitalizadas tenho uma educação de qualidade.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Homenagem a você criança
Você criança,
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...
Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!
Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!
Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...
Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!
Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!
Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...
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